Cordas para redes de proteção na construção civil

Segundo o capítulo 13 da NR-18, construções de edifícios com 4 pavimentos ou mais demandam a instalação de plataformas de proteção contra queda de pessoas e objetos (“bandejas”). A primeira plataforma (plataforma principal) deve ficar na primeira laje e a cada 3 lajes a partir dela deve ser instalada uma “plataforma secundária de proteção”.

As plataformas secundárias geralmente são constituídas de anteparos rígidos, no entanto desde a Portaria SIT 157 de 2006, redes de segurança são também aceitas.

As redes de segurança são uma solução infinitamente mais segura pois:
– Risco muito inferior para instalação e desinstalação (o procedimento é bem mais simples)
– Se uma pessoa cai em cima de uma plataforma rígida de segurança (“bandeja tradicional”) ela tem altíssimo risco de lesão e, dependendo da altura, possibilidade de quebra da plataforma
– Se uma ferramenta pesada cai sobre a plataforma rígida, corre o risco de quebrar e atravessar a plataforma.

Em muitas cidades inclusive os fiscais não aceitam mais plataformas secundárias rígidas alegando grave/eminente risco, somente aceitando as soluções com redes.

Segundo a NR-18, estas redes necessitam de cordas em conformidade com a norma europeia EN 1263. A norma europeia especifica tanto as cordas da rede em si, quanto a corda perimetral (que fica no perímetro da rede), a corda de atado (que prende a corda perimetral na estrutura de sustentação) e a corda de união (que une duas diferentes redes).

 

Para montar esse tipo de sistema de segurança, que conta com rede, cordas, estruturas de sustentação, além de um forte apoio técnico, é imprescindível contar com uma empresa altamente especializada em engenharia de segurança, como é o caso da Disemaq, de Porto Alegre.

A CSL possui uma linha de cordas especiais fabricadas conforme a EN 1263 e pode inclusive disponibilizar laudo de conformidade com a norma.

Não corra riscos. Trabalhe com quem tem mais de 85 anos de experiência na fabricação de cordas.

Fotos: Disemaq

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